sexta-feira, 6 de maio de 2011

Vazio que parece não passar.

Fica o vazio, após o tchau. Fica o fantasma, quando o concreto se vai. Ficam as marcas de poeira ao redor dos quadros e os longos fios substituindo o ar. Ficamos eu e você, aqui e aí. Um vazio momentâneo, uma saudade permanente, uma dor que vai e vem, alternada com uma apaixonada e obcecada psicose, que só entende quem sente. Mas vai passar. Vai passar.

4 comentários:

  1. Ainda bem que passa. Se não passasse, estariamos perdidas.

    Parabéns pelo texto. E pelo blog.

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  2. É verdade. Obrigado, ainda tenho que melhorar muito. Mas, obrigado.

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Sonharam